derrubar a coca coila no meio das calças em plenoa praça de alimentçaõ do shopping, ficar o resto da tarde com os fundilhos molhados. maldito o dia em que descobri que o innferno astral começa um mês antes...
*** espasmo: minha barra lateral sumiu. desconfio que o moreas tem algo a ver com isso. mas não descarto o inferno astral como suspeito.
derrubar a coca coila no meio das calças em plenoa praça de alimentçaõ do shopping, ficar o resto da tarde com os fundilhos molhados. maldito o dia em que descobri que o innferno astral começa um mês antes...
*** espasmo: minha barra lateral sumiu. desconfio que o moreas tem algo a ver com isso. mas não descarto o inferno astral como suspeito.
"já faz tempo que eu saí de casa pra viver no mar" (mestre ambrósio)
*** eu, ao contrário, saí a pouco do mar(anhão) pra viver em casa. sim, pois só 3 anos depois que saí das casas de meus pai é que sinto, afinal, ter umka casa minha. não só minha. mas justamente por não ser só eu né que é uma casa , porque tem a perspectiva de uma vida nela, porque tem o sonho de um futuro nela, porque tem ela nela!
e depois eu falo mais sobre isso.
******* espasmo: eu tava com necessidade de eescrever qualquer bobagem. o problema da internet é que ela permite a qualquer bobo divulgar suas bobagens. e pobre do mundo que tem que conviver com tanto 'conhecimento'. pelo menos ainda n~qao me curfvei ao twitter, conteno em limitar minhas superficialidades aqui nesse quase esconderijo (agora ainda mais escondido à vista de todos do que antes).
***** espasmo: www.iamneurotic.com não consigo colocar um número pares de asteriscos. nunca.
sim, toda cidade tem uma cara e isso nada tem a ver com as feições de seus habitantes. não é apenas o ambiente quem nos define. é mais sutil que isso, é o ritmo. o ritmo molda até mesmo o ambiente.
assim, pode-se inferir facilmente que a calam de são paulo não é a mesma de curitiba uma viela de perdizes não equivale à de uma ruela do alto da glória. da mesma for,a pressa de são paulo difere em muito da brasiliense. a marginal não podia ser mais diferente do eixo monumental.
é simplório demais dize que são paulo não para. o que há são pessoas andando em momentos diversos. minha rua em sanatana, por exemplo, é de uma calmaria brutal. no entanto, dentro das casas fervilha gente querendo fazer a própria vida.
há porém essa sensação perene em são paulo de que não se pode parar. isso envolve todo mundo. mas não significa que não se pode diminuir ritmo. apenas é mais difícil desacelerar quando a freqüência ao seu redor alucina.
mas é justamente em lugares como esse que os do contra adoram fazer seu ninho. não há ato de protesto mais pungente do que parar em plena avenida paulista e sentir que o mundo é desconhecido, as possibilidades imensas, o tempo uma ilusão e os outros, ah, os outros também são eu.
não é a pressa quem move são paulo, é a angústia e a insatisfação, que, afinal, nada mais são do outras manifestações do desejo.
****** espasmo: pedido aos meus dês leitores - temk como descobrir onde se vende uniformes da escola municipal paulo leminski? o ologo é muito bacana. se o pedido for desmesurado, tem como perguntar ao seu gabriel? afinal, ele é tão versado nos mais bizarros conhecimentos de moda, ehhe
passado 1 mês, balanço geral: estou em lua de mel com são paulo!
ainda vigora a minha impressão de que são paulo é um absurdo, uma impossbilidade. e, no entanto, tudo funciona. de algum modo as pessoas conseguem conviver. de algum modo tantos conseguem dividir tão pouco espaço sem que isso no entanto seja sufocante, sem que (necessariamente) tenha que se perder as perspectivas. ao contrário, em são paulo aprende-se a valorizar as perspectivas, a prestar atenção nos locais em que se encontram. quem não descobre os locais em que pode-se ampliar a vista, enlouquece (e quem os procura demais, também enlouquece, vai entender! vai ver vem daí a profusão de tipos fora de tom pelas ruas).
todo modo, sei que ainda é cedo pra anunciar meu amor eterno pela cidade, ainda estou sendo conquistado pelos seus inúmeros paradoxos. ainda não pude aproveitar a multiplicidade de opções que ela me oferece. ainda estou tonto, ainda estou tanto. e bem quero ficar assim por um bom tempo. me deixem curtir esse caso de amor em paz, bradem seu cinismo em outras freguesias. nem tudo é belo e é por isos mesmo que há beleza. porque há a sujeira rasgando as ruas e me dando o limite da minha humanidade.
são paulo é grandiosa, demais para minha compreensão. tanto que ainda se encontra fragmentada em minha mente, uma colcha de pquenas cidade que se misturam.
mas talvez seja isso mesmo. talvez são paulo seja demais pra cabeça. de qualquer um. de modo que cada um constrói sua pequena cidade: o bairro em que se trabalha seria o centro, o local em que mora, o bairro principal; os lugares que frequenta seriam seus passeios eventuais; e os amigos mais longíquos seriam quase visitantes de cidades próximas (isso não anda muito distante da realidade, experimenta morar em santana e ter amigos na zona sul, pra tu ver...).
de minha parte eu já ando criando meus núcleos, formando minhas cidade, mas elas ainda andam cheio de espaços vazios.
ao menos já sei e ir e voltar do trabalho pra casa, sei visitar meus sogros e minha tia. e pór ora ta de bom tamanho. aos poucos a cidade vai se encaixando nos eixos. ou talvez não, talvez são paulo seja sempre assim, desconjuntada. como todos nós, moradores que nos prendemos a essa cidade.
o resto? o resto ainda resta e é tanto!
******* espasmo:
então, conheci a margo ontem. é meio estranho isso de conhecer alguém que meio já se conhece. um pouco da margo eu já sabia. e ela foi complementando, outro tanto foi surpresa. e a maioria ainda é desconhecido. mas tenho certeza que vale o mesmo tanto daqui pra lá quanto de lá pra cá. havia uma estranheza pra ver se a empatia informática seria referendada. havia o interesse recatado mútuo - os detratores hão de dizer que parece que estou descrevendo um encontro romântico. bom, estou mesmo, fazer amigo é meio que um caso de amor mesm, entçao fodam-se os detratores.
mas danod tratos à bola: a margo é bem menos chata do que se diz ser, tão interessante quanto imaginava e egocêntrica na medida certa (leia-se: autocentrada, embora duvido que ela fosse se adjetivar com esses termos). um clássico interiorano com formação em curitiba e pós no mundo. o que resulta numa cordialidade prevenida e num genuíno interesse. fez-me sentir bem, acolhido e com revido o respeito.mas, é preciso dizer, margo é irônica, mas nem um pouco blasé, felizmente. uma belíssima primeira impressão do mundo real.
agora é preciso marcar outro encontro, nem que seja pra ela me pagar o calote que me deu no almoço de ontem, heheh.
tudo dança hospedado numa casa em mudança (paulo leminski)
**** sexta feira eu já viajo, com uma tremenda bagagem de mão, uma mala de roupas que cabe um defunto e dois cachorros no subterrâneo.
fora as, arrumações da casa, jogar coisas fora, falar com a companhia aérea, cobrar o conserto do carro, arrumar a gaveta do trabalho, vender o que não vai pra sampa, se despedir de amigos, assinar ofícios, bater ofícios finais...
..haja folêgo. pelo menos essa correria deixa a saudade com menos tempo pra bater.
vamos ver como aguento a semana. esse post foi só pra desopilar mesmo. um pouco de desabafo numa semana em que tudo vira compromisso (até conversa com os amigos).
******* desaforismo: e já que a ideia é desopilar, uma excelente música do anos 90 juntada a uma excelente animação dos anos 90:
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inteligentes e ricos. Muito ricos. Bom, nem todos são tão ricos. E nem todos
são seres humanos. Na verdade tem de tudo, ou tem mas acabou. Cadastre-se.