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Arquivo: 2003 / 10

VITÓRIA!!!

Depois que o blog da Heleninha foi transportado para o tipos, o caminho para a inclusão de mais figurões da turma blogueira do curso de comunicação da UFPR continua.


Cata e Vidal agora estão no tipos também.

As pressões e ameaças que o Moraes recebeu nos últimos dias (diariamente feitas pelo Groo) para colocar os dois aqui surtiram efeito. Valeu, garoto!


Só é pena que não deu pra transportar os memoráveis comentários anteriores dos blogs deles (mesmo problema encontrado no transplante do Blogumelo Alucinógeno do blogger para o tipos), mas no mundo nada pode ser perfeito.


Sejam bem vindos, amigos.

SÓ ACREDITO VENDO

Olha só a mensagem que chegou na minha caixa de e-mails, vinda de uma certa Granotec do Brasil:


Teenage no Brasil?

do Diário de Pernambuco

Teenage Fanclub vem ao Brasil. Pela primeira vez. Em março de 2004. Três datas em São Paulo, no Sesc Pompéia, e uma no Recife. Isso mesmo. A banda de Norman Blake, Gerry Love e Raymond McGinley, acrescida do sempre parceiro Francis McDonald nas baquetas, é a atração principal do festival No Ar Coquetel Molotov, que em Sampa ocorre em parceria com a Slag Records, abrange, ainda, o lançamento de uma revista e depende de investidores para se viabilizar na etapa pernambucana.




Como já rolaram muitos boatos sobre a vinda desses caras (e de tantas outras bandas do gênero) anos atrás, mais uma vez vou confirmar minha devoção a São Tomé.




A propósito, tem matéria sobre o último CD dos caras (uma coletânea) na coluna do Galão no Bonde.

Clica no disquinho aí:


Four Thousand Seven Hundred And Sixty-Six Seconds - A Shortcut To Teenage Fanclub. Que nominho!

TÔ MUITO VISADO

Hoje é o primeiro dia de aulas da Academia Ta Lien no novo endereço. É lá eu eu e a Helena praticamos kung fu - amigos que me conhecem há tempos como o Great e a Melissa ainda não conseguem acreditar que eu saí do sedentarismo.


Da cobertura de um edifício na Av. João Gualberto, mudamos para a Av. Munhoz da Rocha, no Ícaro Atlético Clube. Espero que lá tenha mais espaço para estacionar sem problemas, pois no endereço antigo eu fazia a malandragem de usar o estacionamento do Mercadorama. Mas lá eu já estava começando a ficar muito visado. Há cerca de duas semanas encontrei o seguinte bilhetinho na maçaneta da porta do carro:


Assim não vale! Eu nem havia estrapolado este tempo e ainda comprei umas coisinhas



E olha que eu geralmente comprava alguma coisinha pra justificar o uso do estacionamento.




POR FALAR EM KUNG FU...


... estou louco para assistir “Kill Bill”, o novo filme do Tarantino, que estreou há 10 dias nos Estados Unidos, rendendo mais de 22 milhões de bilheteria no primeiro fim de semana!





Nesta homenagem que o diretor fez aos filmes de artes marciais dos anos 70, Uma Thurman vive uma “kung fu fighter” que trabalha como assassina de aluguel. Já li umas três sinopses diferentes cujas informações de uma não batem com a outra. Mas pelo que eu entendi, no filme ela fica em coma após ser atacada por um certo Bill (ironicamente interpretado por David Carradine, o gafanhoto da antiga série “Kung Fu”), que eu ainda não sei se é marido, noivo ou mestre dela. Assim que ela se recupera, sai à procura do cabra safado em busca de vingança. No meio do caminho, ela vai encontrar muita pancadaria.


Ouvi comentários de que o Tarantino fez questão de fazer o filme sem efeitos especiais. Há uma cena em que a Uma Thurman enfrenta com apenas uma espada nada menos do que 76 gangsters orientais em uma casa noturna. O diretor tem a ambição de que esta imagem entre para a história. “Eu quero que a cena seja para as lutas de kung-fu o que foi a 'cavalgada das valquirias' em 'Apocalipse Now' para as cenas de batalha”, disse Tarantino. Óbvio que vai ter muito sangue, como ele tanto gosta. Só para esta cena, foram gastos 100 galões de sangue cenográfico!!!


Pude conferir o sucesso do filme através do Soulseek, programinha que uso pra baixar músicas e afins. Durante o fim de semana de estréia nos EUA, os arquivos mais puxados do meu computador eram as músicas da trilha do filme (excelente, diga-se de passagem). Teve uma hora em que as músicas eram baixadas por seis usuários simultaneamente! Eu aproveitava pra perguntar o que o pessoal achou do filme. Sintetizando as palavras mais digitadas pela galera que me respondia, chego ao resultado que “Kill Bill is great fucking sick movie, man!”.


Só tem uma coisa que me deixa indignado nisso tudo: a data da estréia no Brasil. só no dia 30 de janeiro do ano que vem. Puta que pariu! Mas será que isso tudo é cagaço dos distribuidores brasileiros, temendo perder público para “Matrix Revolutions” e “O Senhor dos Anéis 3”? Sacanagem! Mas também pode ser que os distribuidores queiram lançá-lo aqui só depois de ganhar muitas críticas favoráveis e possíveis prêmios, como a Helena cogitou. De qualquer forma, “Kill Bill” vai chegar ao Brasil com um atraso brutal.




DE FORA


Esta semana vai rolar no SESC Consolação de São Paulo um evento de artes marciais. Acredita que não tem Kung Fu no programa? Não estou tomando as dores só porque sou praticante. Mas também porque o Kung Fu é a mãe da maioria das artes marciais. Povinho desnaturado...

BRIGADO, GENTE...

... por toda a atenção dispensada a mim na semana passada em virtude do meu aniversário, essa data que eu ainda não aprendi a gostar tanto quanto devia. Mas confesso que este foi um dos melhores desde que passei a morar em Curitiba. Vejamos:


1993 - Meu primeiro ano na cidade. nem lembro. Se rolou alguma comemoração, foi com a família.


1994 - Já inserido no mundinho underground, comemorei à noite no 92 Degrees, onde rolava Take Five com bandas locais que tinham tocado no festival Juntatribo de Campinas. Noite bacana.


1995 - Eu era calouro no curso de comunicação. Caiu numa segunda-feira. Apesar de eu ter avisado todo mundo numa festa que rolou no sábado anterior, ninguém lembrou e aí bateu a deprê.


1996 - Botecagem com colegas da faculdade no extinto Recanto Verde (vizinho da Destilaria). Não empolgou, mas foi OK.


1997 - Idem ao ano anterior. Com um acréscimo: o pessoal me leviu para o Lidô em seguida - Minhas colegas Maria e Mônica estavam presentes e putas da cara por estarem naquele local. Mas foi só tiração de sarro. Apenas assistimos uns strips. E no dia seguinte eu acordei às 7 horas da manhã, ressaqueado, pra tirar fotos de uma ação social numa creche no Uberaba. Distribuímos brinquedos e quitutes para uma criançada carente em comemoração ao dia da criança.


1998 - Meu último ano como aluno do curso de comunicação. Além dos projetos de conclusão de curso, eu tava envolvido também nuns projetos pessoais, como a produção da coletânea LototoL CD, que seria lançada no dia do meu aniversário, no Bandit Bar (que funcionava quase ao lado de onde hoje é o Camorra). Foi uma festa bacana. Tava toda a galera das bandas por lá. Também convidei os mais chegados da faculdade. Pra completar o aniversário atípico (porque foi muito bacana), no mesmo dia tinha chegado pelo correio o primeiro CD do Zumbi do Mato, “Menorme”, que meu grande amigo carioca Bruno Privatti havia me mandado. Presentão (pelo menos no meu julgamento).


1999 - Um sábado. Eu andava deprimido por causa da minha condição de recém-formado que não conseguia emprego nem namorada. Após o almoço, peguei o ônibus, fui pro Centro e fiquei caminhando sem destino. Pra me sentir melhor, resolvi aparecer só pra gente que eu queria ver, tipo esses santos que resolvem dar o ar de sua graça pra uns mortais. Terminei o dia saindo com três amigos da época: o Polzonoff, o Adriano Koeler e o André Salamandra (hoje, só mantenho contato com este último). Assistimos “Tudo Sobre Minha Mãe” no cinema e depois fomos bebericar no Bar do Alemão.


2000 - Era pra eu ter saído com uma garota com quem eu ficava na época, mas aconteceu uma coisa ruim com ela durante o dia e aí ela teve que cancelar. Outra coisa loser do dia foi ter participado de um curso de manutenção de acervo fotográfico com um professor muito sacal que só enrolava e no fim das contas não ensinou nada que eu já não sabia. Pra não passar a data em branco, convidei um amigo e sua (até então) noiva pra ir ao Beto Batata comer batatas suíças. Com eu já tava puto com o meu dia, resolvi descontar no cara, que naquele ano havia dado umas mancadas comigo sem perceber (sem noção, Joselito). Eram coisas que estavam entaladas na minha garganta e que eu precisava dizer diante da mulher dele, que afinal de contas era quem regulamentava sua vida na época. Ele ficou constrangido, mas no fim das contas, a bronca foi muito bom pra ele (que parou de vacilar) e pra mim (que exorcisei uns demônios com isso). Foi cruel, mas necessário. Ah! Tem mais um detalhe: era uma segunda-feira.


2001 - como no ano passado foi ruim, não arrisquei nada e decidi apostar no seguro e ter um dia comum de trabalho no Bonde (era meu primeiro ano na empresa). Depois fui pra casa, jantei e fui dormir. Simples assim.


2002 - Jantar com a Heleninha. Nem precisa dizer que foi bom, né? :-)


Vocês podem até achar que o saldo foi bom e que eu não tenho razão pra ficar reclamando. Porém, existe uma terrível razão para eu ficar perturbado por causa do próprio aniversário: sempre passo por um período de tensão e insegurança (acompanhado por um azar danado e cagadas em série) antes do dia 09 de outubro chegar. Depois foram me dizer que isso pode ser o chamado inferno astral. Meu pai também passa por coisa parecida - desde pequeno ouço minha mãe falar que o velho fica insuportável semanas antes de ganhar um dígito diferente na idade. Portanto, é hereditário, não tenho como fugir. Até tentei ignorar o inferno astral neste ano, seguindo o conselho do Carlinhos, mas foi inevitável - e olha que eu me esforcei. Mas já passou. Agora tou bem :-)


Valeu a todos que apareceram no James (a melhor quarta rock que já presenciei, mas sou suspeito de falar) e no Roxinho, à Milana que também ficou mais velha no dia e dividiu as festas comigo, aos que me cumprimentaram pessoalmente mas não puderam comparecer aos festejos, aos que me telefonaram e aos que deixaram alguma felicitação nos comentários do blog. Vocês fizeram o dia valer a pena.

CADA DIA MAIS VELHO

Quem se considerar amigo meu, ou da Milana, ou de ambos, sinta-se convidado para nossa festa de aniversário que vai rolar nesta quinta-feira, 09 de outubro (sim! Nascemos no mesmo dia que John Lennon e P.J. Harvey), no Roxinho Snack Bar, com direito a bolo. O bar cobra cinco pilas de entrada e fica na Rua Marecal Deodoro, número 1285 (altura da Reitoria).


Hoje, quarta-feira, dia 8, vai rolar um aquecimento em plena quarta rock do James Bar. Não sei quanto vai estar pra entrar, mas em todo caso, apareeeeeeeeçam....

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