Hoje eu te esperei e você não veio.
Logo hoje que precisava tanto de você.
Do seu sorriso amável,
do seu abraço protetor,
da sua palavra de carinho,
da sua força masculina,
da sua massagem...
Hoje é o meu dia de carência.
Informações sobre a Doação de Medula Óssea (retiradas do link que está no título)
Passo a passo para se tornar um doador
• Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.
• Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
• Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
• Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
• Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!
• Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
• Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
• A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.
• É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para atualizar o cadastro, basta que o doador ligue para (21) 3970-4100 ou envie um e-mail para redome@inca.gov.br.
Caso você decida doar
1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).
2. Onde e quando doar: é possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros nos estados. No Rio de Janeiro, além do Hemorio, o INCA também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 14h30, e aos sábados, de 8h às 12h. Não é necessário agendamento. Para mais informações, ligue (21) 2506-6064.
3. Como é feita a doação: será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.
Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.
A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.
Perguntas e Respostas sobre Transplante de Medula Óssea
Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível. Caso haja alguma mudança, a pessoa deve entrar em contato com o REDOME: (21) 3970-4100 / redome@inca.gov.br.
O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue.
PARA SE CADASTRAR EM CURITIBA:
HEMEPAR: 3262-7676 - Tr João Prosdócimo, 145, alto da rua XV.
HEMOBANCO: 3023-5545 - Rua Capitão Souza Franco, 290, batel.
Hospital de Clínicas: 3264-5472 - Rua General Carneiro, 181, 4° andar - Anexo B.
Terça-feira acaba o primeiro semestre de 2009. E o ano tá do k-rá-leo! Bom demais! Energia vibrante, projetos em andamento, mudanças positivas! Graças... 2008 ficou pra trás! Hoje passei o dia revivendo minhas férias de 2007, a sensação de felicidade que me tomou naquelas férias é a mesma que agora invade minha alma, renova minhas forças e me dá entusiasmo para trabalhar, acreditar e alcançar meus sonhos!
"Quem é homem de bem, não trai O amor que lhe quer seu bem Quem diz muito que vai, não vai E assim como não vai, não vem Quem de dentro de si não sai Vai morrer sem amar ninguém..."
Tô ensaiando esse post desde faz tempo, mas só agora ele ganha forma. É a minha reflexão de fim de ano, que sempre faço, mas dessa vez demorou a acontecer, a transformar-se em letras digitadas. 2008 acabou! 2009 começou! Só agora consigo escrever o que tenho pensado há meses. Talvez fosse um certo medo de ver transformadas em palavras as emoções de um ano difícil, talvez fosse uma certa tensão de colocar na tela as expectativas de um novo ano. A verdade é que esse texto de fim/início de ano é o mais difícil de tornar-se post dos últimos anos. 2008 foi um ano difícil, portanto, pensar nele, escrever sobre ele, também é muito difícil. 2008 foi um ano xarope, aquele xarope amaaaaargo, que só no finalzinho deixa um leve sabor doce e a esperança de que trouxe a cura. 2005, 2006, 2007 foram anos fantásticos, foram anos progressivos, em que fui crescendo, crescendo, me realizando, realizando... e aí, chegou 2008 e tudo parou. Comecei 2008 animada, cheia de sonhos, planos, que pouco a pouco foram se desfazendo, se desintegrando. As metas traçadas para 2008 não foram atingidas e as esperanças sucumbiram. 2008 foi o ano do início e do fim de uma vida a dois. Foi o ano de apostar no que não deu certo, foi o ano da decepção, do sofrimento. 2008 também não foi bom na vida profissional, estacionou, estacionei. Frustração e paralisia marcaram o ano que se foi. 2008 foi o ano do estresse! Optei por cuidar do coração primeiro, que esse tava “precisado” demais de cuidado. O coração despejou seu morador. Deixei o profissional pra depois e faltou a ação transformadora no trabalho. Aí, o ano passou, acabou. 2009 chegou e as lembranças doloridas de 2008 vieram com ele, mas Pollyanna e seu jogo do contente fizeram um árduo trabalho e me lembraram de que há sempre um lado bom nas coisas e que o pessimismo em nada ajuda. Então, reconheço que a dor de 2008 me fez amadurecer, aprendi muito sobre mim mesma e sobre as relações interpessoais, passei por uma desconstrução sofrida. Mas, restou um naco de esperança de que 2009 não repetirá 2008, de que eu já não sou mais a mesma e não cometerei os mesmos erros, e, quem sabe, poderei fazer de 2009 um ano ímpar, fenomenal, sensacional, como desejei que fosse o ano de muitos dos meus amigos ao felicitar o ano novo. Assim, começo 2009 com uma única meta, um único propósito, não reviver 2008!
Hoje, 19 de novembro de 2008, faz uma década que perdemos o Dr. Rubens Antonio de Souza.
Rubens foi um exemplo de vida para os que com ele conviveram; o tempo nos mostrou as marcas e ensinamentos que ele nos deixou, reforçando a certeza de sua importância em todas suas características.
Um exemplo, principalmente, de iniciativa e coragem, sempre lutando por seus sonhos!
Rubens jamais perdeu a alegria de viver, jamais se deixou abater pelas intempéries que precisou enfrentar, galgou com resiliência cada degrau que a vida lhe apresentou.
Assim, nesse dia tão especial, precisávamos compartilhar essa homenagem com os parentes e amigos, que assim como nós, sentem muitas saudades de sua presença marcante. O amor que sentimos vibra em nossos corações, e o mineiro sorridente vive carinhosamente em nossas lembranças.
Que cada um de vocês também possa reservar um minuto de oração em homenagem ao homem, pai, amigo e advogado Rubens Antonio de Souza.
A família.
A homenagem feita no aniversário de oito anos está aqui.
Samba Sim comemora cinco anos com show no Valentino
Formado em 2003 por jovens músicos londrinenses, o grupo Samba Sim comemora neste sábado, dia 25 de outubro, cinco anos de dedicação ao repertório deixado pelos principais compositores do gênero. O show de comemoração será no Bar Valentino, onde o grupo realizou a primeira apresentação, ainda na Avenida Bandeirantes, também naquele 25 de outubro. Na noite será lançado um CD demo com composições próprias da banda e também gravações feitas ao vivo na apresentação do especial “O mundo é um moinho”, em homenagem ao centenário de Cartola (1908-2008).
Além de Cartola, estarão no repertório músicas de Dorival Caymmi e canções gravadas pela mineira Clara Nunes, todos eles artistas cuja obra o Samba Sim vem estudando com maior atenção e que renderam participações em eventos importantes no cenário cultural londrinense. O grupo integrou a programação do Festival Internacional de Londrina (FILO) em 2007; dividiu o palco com os Originais do Samba no Carnaval 2007; participou da Maratona Musical do Festival de Música na edição 2008 e foi ainda uma das atrações da Virada Cultural organizada recentemente em comemoração aos 15 anos da Funcart. Após apresentar-se na Temporada Cultural do teatro da Universidade Estadual de Maringá, o grupo também ganhou uma ponte para a Cidade Canção. As composições de Cartola que estão no CD demo da banda foram registradas em um dos shows realizados no Teatro Oficina da UEM.
Já as composições próprias foram gravadas em estúdio com o apoio do produtor Kiko Jozzolino. Elas são de autoria da vocalista, Rakelly Calliari, em parceria com o músico André Gião, que toca cavaco e guitarra no grupo, e têm sido apresentadas nos shows do Samba Sim e em festivais de música popular, como o Femucic do SESC Maringá, o Festival Universitário de Ponta Grossa e o Festival de Samba do carnaval londrinense, conquistado pelo grupo em 2007, com a música “Samba 119”.
O Samba Sim é formado por Rakelly Calliari (voz), Rafael Fuca (violão), André Gião (cavaco), Filipe Barthem (baixo), Alexandre Malagutti, Duda de Souza e Thales Lemos (percussão). O show de sábado terá as participações especiais de Julio Erthal (flauta transversal e sax) e do percussionista André Vercelino. O início é às 22h e, o couvert, R$ 7.
Para saber mais e ouvir: www.myspace.com/sambasimbrasil
P.S.: O texto foi fornecido pela assessoria de imprensa - Scada Sam
Encontros e Despedidas Maria Rita Composição: M. Nascimento E F. Brant
Mande notícias do mundo de lá Diz quem fica Me dê um abraço, venha me apertar Tô chegando Coisa que gosto é poder partir Sem ter planos Melhor ainda é poder voltar Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem A vida se repete na estação Tem gente que chega pra ficar Tem gente que vai pra nunca mais Tem gente que vem e quer voltar Tem gente que vai e quer ficar Tem gente que veio só olhar Tem gente a sorrir e a chorar E assim, chegar e partir
São só dois lados Da mesma viagem O trem que chega É o mesmo trem da partida A hora do encontro É também despedida A plataforma dessa estação É a vida desse meu lugar É a vida desse meu lugar É a vida
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inteligentes e ricos. Muito ricos. Bom, nem todos são tão ricos. E nem todos
são seres humanos. Na verdade tem de tudo, ou tem mas acabou. Cadastre-se.