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Arquivo: 2007 / 07

Fim de semana em Foz.

Amo muito tudo isso ! ! !

Vídeo do Marrocos!

Londres – a despedida

01/07

Ontem chegamos super tarde. O busão do aeroporto de Lutom até o centro deu umas duas horas. Daí pegamos uma fila enorme pra conseguir um táxi pra casa da Mari. Uma função! Era duas da manhã e a cidade ainda fervia. Londres é a cidade que nunca dorme.
Acordamos tarde, tomamos café com o Sérgio e o casal de Gregos (Klimis e Eirini), que estavam ansiosos para ouvir as histórias da viagem. Depois do café fomos passear em Nothing Hill. Bem legal!
Passamos no mercado e fomos para casa preparar o jantar.
Jantamos e fomos para o quarto do Sérgio mostrar as fotos da viagem. Sérgio, Klimis e Eirini são a família da Mari em Londres. Tomamos vinho, batemos-papo, .... Special, very special night!

02/07

Hoje foi dia de compras. Harrods e Oxford Street. A Harrods é a loja do pai do Dodi (da Diana), há até um memorial pra eles na loja. A loja é enoooorme, tem todas as marcas chiques e famosas. Fiz umas comprinhas e voltamos pra casa.
O tempo aqui está feio, friozinho e chovendo. Além disso há um clima de tensão em razão das suspeitas de atentado da semana passada.

03/07

Hoje cedo fui a Charing Cross com a Mari comprar meu MP3 e também à Leicester Square, principal praça de Londres; havia uma aglomeração de jovens, adolescentes, childrens. Hoje foi a estréia do Harry Potter e estavam todos esperando o ator do filme aparecer na praça, mas ele só foi pra lá às sete da noite, e quando passamos por lá ainda era uma da tarde, mas já estava cheio de fãs.
Comprei uns souveniers que faltavam e fomos para a univesidade da Mari. Assistimos vários documentários da turma dela. Os documentários foram os trabalhos mais importantes do curso. Apesar do meu english ruim até que alguma coisinha eu entendi.
Depois fomos jantar no num restaurante Tailandês na frente da universidade. Uma delícia apimentada!

04/07

Mari, Sergito e eu fomos ao museu do Freud. Emocionante! O consultório dele de Vienna foi reproduzido tal e qual no museu, com tudo o que era dela, inclusive a coleção de antiguidades e o divã. Dá pra sentir a presença dele, não há como não pensar em psicanálise e na importância dela na minha vida.
Depois fomos a Camden Town, umas voltinhas, umas comprinhas e já estava quase na hora do nosso programa cultural: Stomp. Passamos por Convent Garden e fomos a West End, a Broadway de Londres pra ver o espetáculo. Very Nice! O grupo tira som de tambores, jornais, pia, vassoura, ... Adoramos!
Voltamos pra casa da Mari, jantamos com a família Raymont Hall e fomos editar o vídeo do Marrocos, terminamos às quatro da manhã. Valeu a pena, ficou ótimo.

05/07

Dia de voltar pra casa, arrumei as malas e lá fomos nós para o aeroporto.

A irmã e a prima da Mari chegaram, fomos comer num Pub do aeroporto, enfim tomei a Guiness, achei bem boa. Fizemos uma horinha e já estava na hora do meu check-in, me despedi das meninas, especialmente da Mari, com aperto no coração. Se viajar com amigo é uma prova de fogo... Mari e eu passamos com louvor!
O sonho chegou ao fim, mas os planos para a nova viagem já estão borbulhando.
Até a próxima!

Leia Mais

Espanha – parte 2

23/06

Voltamos hoje para Madrid, chegamos no fim da tarde e a noite fomos numa fiesta de despedida de piso de um amigo da Suzana brasileiro. Íamos dar uma passadinha rápida, mas a festa estava boa e ficamos até quase cinco da manhã. Galera animadíssima, brasileiros, espanhóis, italianos, franceses.


¡De puta madre!

24/06

Hoje passamos a tarde em Toledo. A cidade das três culturas – cristã-muçulmana-judaica.
A cidade é belíssima, margeada pelo rio Tejo e cercada por uma imensa muralha.

Fizemos o passeio guiado no trenzinho da cidade e conhecemos a catedral, que originalmente era uma mesquita, que foi transformada progressivamente em catedral, após a reconquista cristã.
Também tentamos conhecer a mesquita Cristo de la Luz (olha o nome da mesquita?!), mas estava fechada para reformas.

É a única mesquita mantida original após a reconquista cristã. Toledo fica a 50min de Madrid e é patrimônio da humanidade.

25/06

Pulamos cedo da cama e pegamos o busão para Sevilla. A viagem foi linda, a estrada é ladeada por plantações de oliveiras e girassóis. Uma belezura!

Nos hospedamos na Pensión San Pancreácio, no coração do bairro Santa Cruz. Centro histórico de Sevilla. Só deixamos as mochilas e fomos a catedral, nos perdemos muito pelas ruelas de Santa Cruz até encontrar a famosa giralda. A catedral é maravilhosa, é uma antiga mesquita. Lá está o sepulcro de Colombo.

A giralda era o minarete da mesquita. A subida até o topo da giralda não é nada fácil, uma rampa íngreme de mais de trinta lances, mas vale a pena, a vista da cidade lá de cima é belíssima.

Depois de conhecer a catedral nos perdemos mais um pouco pelas ruelas até voltar para o albergue; uma sonequinha antes de jantar paella, tomar sangria e assistir a um show de flamenco gratuito. Não era profissional, mas deu o recado direitinho.

26/06

Hoje fizemos uma mudança de planos, amanhã iríamos para Cadiz, mas decidimos ir a Tarifa – a praia do flagra da Cicarelli. Tô na expectativa de mudar um pouco o ritmo da viagem, pegar uma praia e ficar de pernas pro ar um pouco. Essa vida de turista andando o dia todo não é nada fácil... rsrsrs.
No nosso último dia em Sevilla passamos a tarde conhecendo os Reales Alcazares, um palácio que foi dos árabes, passou pelos cristãos e hoje é o lugar onde se hospeda a família real quando vem a Sevilla. Uma aula de história e uma exposição de beleza arquitetônica. De encher os olhos!

A noite voltamos a catedral para nos despedirmos da giralda iluminada.

E, para nossa surpresa, além de não termos nos perdido na ida, descobrimos que o caminho do nosso albergue até a giralda é facílimo e pertíssimo.
Ainda bem que só descobrimos na última caminhada, não seria a mesma coisa passear por Sevilla sem se divertir perdendo-se pelas ruelas do Barrio Santa Cruz.

27/06

Depois de três horas e meia na autovia, ladeada por plantações de girassóis e oliveiras, e por usinas eólicas, chegamos a Tarifa.
Cidadezinha pequena do litoral sul da Espanha. Dia de ficar na horizontal, olhando pro mar, ouvindo o som das ondas, comendo camarão e calamares, acompanhados de uma cervejinha. Hummmm! Delícia!
A praia é belíssima, aqui o Mar Mediterrâneo se encontra com o Oceano Atlântico. O mar é verdinho perto da praia e mais pro fundo azul marinho (¡por supuesto!).


Depois de uma boa tostada na pele fomos tomar um banho pra voltar pra praia ver o por-do-sol, pelas dez da noite, um espetáculo!
De Tarifa conseguimos ver o Marrocos. Lembrei muito do meu pai, que sempre falava quando estávamos na praia que via a África do outro lado do oceano. Enfim, eu realmente vi um continente estando em outro.

28/06

A manhã foi dedicada às compras nas lojinhas de surf de Tarifa, precisei até comprar uma mala... hehehehe.
Ao meio-dia pegamos o busão pra Granada. Mais ou menos umas quatro horas de viagem, um pouco menos.
Nos hospedamos no centro, em frente a Plaza Nueva. Demos uma volta pelo comércio, a cidade movimentadíssima.
Por la noche salimos de marcha por los bares de las calles cerca de la Plaza Nueva. Un chupito aquí, otro acolá. Una cerveza en un pub, otra en otro. E é assim que se sai na Espanha, não se paga para entrar, ganha-se um chupito e um belo desconto na primeira bebida.

Assim se segue de bar em bar, literalmente. ¡Que guay! Não ficamos muito en la marcha porque precisamos acordar cedo amanhã para conseguir ingresso para a Alhambra.

29/06

Despertamos temprano e seguimos para Alhambra, a fila para os ingressos nem estava tão grande e entramos tranquilamente. Foram quase cinco horas de passeio pelos palácios, alcazaba, jardins. O lugar é enorme e também concorre para uma das novas maravilhas do mundo.


Mas, os Reales Alcazares em Sevilla, apesar de menores, tem uma edificação muito mais bonita. As paredes de azulejo e os trabalhados em gesso e em madeira são bem mais suntuosos.
A tarde conhecemos a catedral, totalmente renascentista, uma das poucas sem nenhuma influência árabe. Na catedral está a cripta dos reis católicos Fernando e Izabel.
Conhecemos umas brasileiras de Uberlândia na fila da Alhambra e eals nos acompanharam nos passeios turísticos do dia. Depois nos separamos e fomos às compras. Várias lojas em liquidação. Eba!
Um sol de rachar côco e aproveitamos pra nos refrescar com um sorvetinho.

Voltamos ao hotel, tomamos um banho e jantamos paella num dos restaurantes da Plaza Nueva, que, assim como as outras que comemos na Espanha, não estava tão boa quanto às que já comemos no Brasil. O garçom era brasileiro, mas vive na Espanha desde os dez anos.
Enfim, seguimos para a estación de autobús para pegar o busão de volta a Madrid.
Ah! Também na Alhambra encontramos três mineiros que já havíamos encontrado em Sevilla. Os brasileiros estão por toda a Espana, trabalhando, estudando, passeando. Um barato!

30/06

Pra variar, em mais uma passada por Madrid, dessa vez a nossa despedida da cidade e da Suz, tava rolando aglomeração. Madrid esse ano é a capital do orgulho gay e justo quando estávamos lá foi o dia da parada. Demos uma volta no Chueca, bairro gay, que estava cheio de gente colorida andando pelas ruas, e o bairro todo decorado com bandeiras das cores do arco-íris. Muito legal.

Depois fomos aos barzinhos da Plaza Puerto del Sol, tomamos, no Museo del Jamón, tinto de verano (vinho tinto com água com gás, gelo e limão), muito refrescante; ganhamos uma tapa de salame.

Em outro barzinho tomamos uma cerveja, a clara (cerveza com refri de limão), e ganhamos uma tapa de batatinha chips.
Molinhas de tomar as cañas passamos na Suz pegar as malas e seguimos para o aeroporto de volta a Londres.
Final feliz da etapa española das férias. Adorei, adorei e adorei. E, até me animei pra tentar o doutorado em Madrid, viver uns tempos na Europa e facilitar minhas viagens pra conhecer esse restinho de mundo que falta... hehehehe.
¡Ojalá!

Marrocos ! ! !

19/06

Depois da balada de ontem não deu pra aproveitar muito o dia. He! Só deu tempo de umas voltinhas nas redondezas do prédio da Suz. Almoçamos e já estava na hora de ir ao aeroporto. Mochila nas costas e lá fomos nós rumo à África.
Um atraso básico do vôo e decolamos. Chegamos em Marrakesh quase duas horas depois, mas com duas horas a menos no fuso.
Chegada!
A cidade a noite nos pareceu linda. Nos hospedamos em um hostel bem próximo da Praça da Medina. Que loucura! Passeamos maravilhadas entre os marroquinos. Já simpatissíssimos, ficavam ainda mais quando dizíamos que éramos do Brasil. Poliglotas, falam francês, árabe, inglês e espanhol. Em português todos falam somente “obrigado”. Uma graça. Falar do Brasil é ouvir a lista de nomes de jogadores de futebol, eles são apaixonados.
Jantamos tagine na feira de comida da praça da medina e voltamos para o Hotel.
Hummmm...
Chá verde com menta. Os marroquinos tomam o tempo todo. Uma delícia!
Tentamos ligar para a family, mas pra falar “oi” 10 dirham (mais ou menos 1 euro).
Até aqui em muitos momentos a viagem parecia um sonho. Agora... mais ainda!

20/06

Hoje enfim conseguimos pular cedo da cama, mesmo indo dormir tarde ontem. Demos uma volta na mesquita, mas estava fechada, não é aberta à visita. O Minarete é super antigo, foi construído em 1800 e bolinha. Ficamos sentadas admirando o monumento e, logo, seguimos desbravando Marrakesh.
E ela fez a cobra subir, a cobra subir, a cobra subir...
Chegamos às tumbas, depois fomos à uma farmácia de ervas e especiarias, típica marroquina. Interessantíssima!
Como já se aproximava a hora do almoço a fome começou a bater e tentamos voltar para a Praça da Medina para almoçar, mas acabamos encontrando um Berber do Sahara e ficamos um tempão na loja dele provando roupas árabes e conversando sobre o Marrocos e o Brasil. Foi o ponto alto do dia.
Nasceram no deserto do Sahara! Só pode!
O Berber é uma figura, e como todos os marroquinos adora negociar no preço. Depois de uns bons descontoss fechamos negócio. Almoçamos num restaurante indicado pelo Berber, eu me deliciei com Kafta e a Mari com Coscouz. A tarde pegamos um petit táxi e fomos ao Jardim Majourrel (belíssimo, foi comprado pelo Ives Saint Laurent) e aos curtidores (onde os marroquinos tratam e tingem o couro).
Onde se trabalha e tinge o couro... de vaca, camelo, cabrito...
No marrocos existem dois tipos de táxi, os petit taxi, carros pequenos (uno, palio) - mais baratos e os táxis grandes, uns carros maiores estilo banheira. Sempre que precisamos pegar um petit os taxistas quebram o pau entre eles pra ver quem vai fazer a corrida, na primeira vez deu muito medo, depois a gente se acostumou.
No fim da tarde passeamos pela Praça da Medina, fizemos tatoo de henna e seguimos para o hotel.
FrenteVerso
Precisávamos descansar e de um pouco de paz. Marrakesh é uma loucura, muitos idiomas, separados e juntos, muito barulho, muita gente, pedintes, pessoas locais oferecendo de um tudo.
A noite a programação era ir ao Pachá, maior balada do continente africano. Mas, Ahmed, o recepcionista do albergue, que é marroquino, por supuesto, filho de uma mexicana e fala muito bem espanhol, nos convidou a trocar a balada de turista e ir a uma discoteca local, tradicional marroquina. Topamos. O lugar é ótimo, tomamos cerveja marroquina, mais suave, porém, menos doce que a Skol, ouvimos música marroquina de qualidade ao vivo, dançamos, passamos por um sufoco por conta do choque cultural e voltamos pra casa. Na volta ficamos no terraço conversando com Ahmed sobre nossas diferenças culturais. Uma lição de vida!

21/06

Hoje fomos tomar o desayuno num café na praça da medina, mas quase desistimos, só tinha homens no lugar. Havia apenas uma mulher com a família, aí entramos tomamos o café e fomos para a praça tomar nosso suco de laranja diário, apenas 3 Dirhan, o que dá um pouco menos que trinta centavos de euro.

De barriga cheia fomos enfim explorar as ruelas da medina, dá vontade de comprar tudo, mas tem que pechinchar muito até chegar num precio democrático. Aí cansa! E como cansa! Mesmo assim esvaziamos os bolsos. Afe!
A tarde fomos conhecer o Palais Bahia, um palácio que era a casa de um dos sultões lá do Marrocos. Bahia não que fala como a gente pronuncia, mas sim “bérrié”. Então, demoramos uma cara pra descobrir onde ficava o palácio, porque a nossa pronuncia baía, ninguém entendia do que estávamos falando. Rárárárá. Só achamos porque mostramos no mapa da cidade pra onde queríamos ir, aí descobrimos que era “bérrié”... rsrsrs. O palácio é uma construção muito linda!
Estar em Marrakesh é viver um choque cultural muito grande, uma experiência incrível. Aos poucos vamos entendendo melhor o que acontece aqui.

Não era nada fácil digitar nesse teclado...
Um país de africanos que falam árabe e francês. A maioria de muçulmanos. Os taxistas falam só árabe e francês, mas os marroquinos que trabalham com turismo geralmente falam também o espanhol e o inglês, e quando falta uma palavra no idioma que estão falando completam com outra de outro idioma. É uma loucura. Até eu e a Mari já estávamos misturando os idiomas... hehehe.
Em português quase todos sabem falar obrigado.
Ahmed y Omar, os dois mocinhos que trabalham no albergue são uns encantos; hoje no fim do dia passamos um bom tempo com eles no pátio do hostel, jogando capoeira, bailando música árabe, samba y tomando el té. Foi muito bom, tentamos aprender algumas palavras em árabe e decidimos que vamos aprender árabe de verdade para nossa próxima visita ao Marrocos, quando faremos o tour no deserto. Salamaleiko!

22/06

Hoje viajamos de trem rumo à Casablanca. Chegamos na cidade e pegamos um petit taxi até o albergue da juventude. A cidade é grande, tem 7 milhões de habitantes. Não é muito bonita, e é bem ocidentalizada, bem diferente de Marrakesh.
A mesquita de Casablanca tem o maior minarete do mundo. O minarete é uma torre que fica junto à mesquita e serve para chamar os fiéis à oração. A visita guiada dentro da mesquita vale a pena. Ela foi construída em parte sobre o mar, seu piso de granito é aquecido na hora das orações e quando a mesquita está lotada e fica muito calor o teto se abre. A obra é belíssima!
Hassan II
O maior minarete do mundo!
Já a medina de Casablanca fica no chinelo perto da de Marrakesh, é totalmente aparaguaiada.
Assim como em Marrakesh, Casablanca é o paraíso pra mulher com auto-estima baixa. ¡Afe! A gente não pode sair na rua que ouve assobio, bienvenido ao Morroco, bonjour, gaselle, guapa. Uma beleza!

Espanha – parte 1

16/06

Pra variar ontem fomos dormir super tarde. Hoje acordamos pelas dez para arrumar as malas pra ir a Espanha. Malas prontas, um lanche rápido e lá fomos nós rumo ao aeroporto. Um mochilão nas costas e uma mochila na frente. Afe!
Ainda bem que desistimos do caminho de Santiago... rsrsrsrs
Pegamos o trem, depois um busão e chegamos ao aeroporto duas horas depois. Check-in, lanche no Burger King e corremos para o embarque; achávamos que estávamos em cima da hora, mas o vôo é que estava atrasado pouco mais de uma hora. Então, passeamos pelo free shop, compramos uma lembrancinha pra Suz, tomamos um Pint – o garçom era português.
Enfim, embarcamos rumo a Madrid, duas horinhas de vôo e uma hora a mais de fuso.
Pegamos o busão para encontrar a Suz, descemos no ponto errado e como já era mais de onze e meia não havia mais ônibus. O remédio foi pegar um táxi. Encontramos a Suz e pegamos o metrô até a casa dela. Afe! Não via a hora de tirar as mochilas, ainda bem que desistimos de fazer o caminho de Santiago, sem preparo físico não ia rolar de jeito nenhum, ia desistir no primeiro kilômetro... rsrs.
Na Suz tomas umas cervejas, comemos umas batatas e jogamos muita conversa fora, até as três da manhã. Mais um carimbo no passaporte. Êêêêêêê...

17/06

Hoje não conseguimos levantar cedo, mais ainda deu tempo de pegar a finalera da Feira do El Rastro. Depois fomos conhecer Madrid caminhando, como recomenda a Suzana e o guia do viajante independente pela Europa (emprestado gentilmente pelo Rubão). Conhecemos a Catedral de Almudena e o Palácio Real, seguimos até a Plaza Mayor, almoçamos por ali, no Tapas Y Cañas. ¡Riquíssimo!
Mais uma caminhada até a Plaza Puerto del Sol, onde tem a estátua do Urso símbolo de Madrid. O lugar é ponto de encontro, fica todo mundo próximo a estátua com cara de que tá esperando alguém. Um barato!
Nhamnhamnham... não sabia que urso comia azeitona?!
Conhecemos dois italianos e fomos comer porra. Calma! Não é o que vocês estão pensando. Porra é um doce tradicional de Madrid, super típico, um tipo de churros que se come com calda de chocolate quente. Bem Bom! As fotos ficarão engraçadíssimas, mas a maioria impublicáveis, o formato da porra... totalmente fálico.

Depois voltamos a Puerta del Sol a caminho da Gran Via y Plaza Cibele. Hoje foi a final do Campeonato Espanhol de Futebol. A cidade estava em polvorosa, torcedores por todos os lados.
Na Plaza Cibeles havia uma estrutura gigantesca pra comemorar a vitória do Real Madrid, que seria a trigésima. Mas, o Barcelona e o Sevilha também tinham chances, passamos por ali imaginando o que iria ser se o Real Madrid não ganhasse.
Seguimos para o Parque del Buen Retiro. Muito Lindo!

Ficamos passeando por ali, tomando granizado até dar a hora do jogo. Começou a partida, mas nos bares não entrava mais uma mosca, onde havia uma TV ligada havia torcedores saindo pelas janelas, aglomerações nas calçadas. O jeito foi tentar ouvir a partida pelo rádio do celular; se em português já é difícil entender jogo pelo rádio, imagina em espanhol. Mas, entendi que o Barcelona ganhava em Barcelo e o Real Madrid perdia em Madrid. Fomos tomar uma Caña y comer unas Tapas para esperar o fim do jogo.
Não é que o Real Madrid vira a partida e ganha o campeonato.

Era torcedor saindo de tudo que é lado em direção a Plaza Cibeles. Gente, gente, gente que não acabava mais. Muuuuuuuuuuuuuuito legal! Emocionante! O Palácio das Comunicações que fica na praça virou telão, teve fogos de artifício, muita música e muita animação.

Um dos jogadores colocou uma bandeira no monumento que fica no centro da praça, depois os jogadores passaram em carro aberto... e a turba enlouquecida.
Adoooooooooooro multidões. Primeiro dia de passeio em Madrid fechado com chave de ouro.

18/06

Hoje foi dia de museu. Enquanto a Suz trabalhava fomos ao Museo Centro de Arte Reina Sofia. Nos encantamos com Miro, Dali e Picasso, deste último principalmente com a Guernica.

Depois fomos caminhando para a Plaza Puerto del Sol e qual foi nossa surpresa ao chegar na praça?! Mais muvuca de torcedores, estava havendo a entrega de medalhas aos jogadores do Real Madrid.
À noite fomos ao Palácio Gavirias, um palácio que virou boite. Muito lindo! Mesmo sendo uma segunda-feira a balada estava animadíssima, e claro, cheia de brasileiros. Aliás, não só em Madrid, mas em London também encontrei vários brasileiros, pelo menos um por dia. Tanto que a gente até brinca quando vê um brasileiro “olha o brasileiro do dia”.
Detalhe: não se paga para entrar no Gavirias, mas é preciso ter convite, e estes são entregues por promoters que ficam en las calles nos invitando a las fiestas. En la fiesta del Lunes além de entrar de graça ganhamos uma copa (uma bebida), normalmente se ganha apenas um chupito (uma tacinha de licor). Ah! Os Madrileños de um modo geral não são muito bonitos, com exceção dos policiais e dos lixeiros, ¡afe! Podem acreditar, tudo de bom, devem ser agências de modelos que selecionam... hehehe.

Londres em imagens!

Trafalgar Square! Essa estátua é de uma mulher que vive em Londres e que apesar da deficiência não desistiu de viver e de dar à luz! Exemplo de Vida!



O Parlamento!

Camden Town!

Niver em Bournemonth! Eu e Mari brindando com cerva jamaicana.

Um lugar chamado Nothing Hill !

O divã do Freud!

Em West End - a Broadway de Londres - esperando o teatro abrir para ver o Stomp!

Van Limousine

Busão!

Despedida no aeroporto! Brindando com Guiness, enfim.

Londres em imagens!

Trafalgar Square! Essa estátua é de uma mulher que vive em Londres e que apesar da deficiência não desistiu de viver e de dar à luz! Exemplo de Vida!



O Parlamento!

Camden Town!

Niver em Bournemonth! Eu e Mari brindando com cerva jamaicana.

Um lugar chamado Nothing Hill !

O divã do Freud!

Em West End - a Broadway de Londres - esperando o teatro abrir para ver o Stomp!

Van Limousine

Busão!

Despedida no aeroporto! Brindando com Guiness, enfim.

Na reta final...

As ferias estao acabando e estou de volta a Londres, esse teclado nao me entende e eu nao acho os acentos, mas beleza, voces entendem sem acento mesmo ne?!
Fiz um diario de viagem, mas ainda nao sei se vou publicar dia-a-dia, fazer um resumo ou so colocar as fotos. Hehehehe.
De todo modo ja coloquei umas fotinhas no orkut pra ir matando a curiosidade.
Sexta desembarco em Curita com muitas fotos, historias e souveniers... hehehehe
Beijos, Kisses and Besos.

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