não só a allea est jacta, mas o librum também. A capa não é uma Cosac Naify, eu sei, mas tem sua simpatia.
e eu com isso?
eu escrevi um capítulo dele.
inteiro.
sobre adaptações literárias em qaudrinhos.
quem duvida, que vá ao site da Editora Contexto e olhe no sumário.
isso me faz um autor meio publicado. mas não sei se por meia publicação, ou por meia autoria.
Sempre fui um cara que curtiu versões. Acho interessante ver como a Fionna Apple transforma uma música discreta dos Beatles em sua Across the universe. Ou de ouvir Take me out, do Franz Ferdinand, nos embalos de Scissors Sisters.
Pra mim o mais interessante é quando o recriado supera o original – como nos casos acima.
Nessas, descobri o genial Richard Cheese e suas obras Lounge against the machine e I’d like a virgin. E, o que eu considerava como versão definitiva de Creep - superior ao do Radiohead. Mas aí eu descobri a versão do Weezer em um especial da Yahoo!
Tire suas próprias conclusões:
A original, do Radiohead:
A minha versão anteriormente favorita, de Richard Cheese:
E minha nova versão favorita, a do Weezer:
De bônus, a versão Creep do Korn – que é média - e a do Pretenders – meiaboca:
Ah, e deem uma olhada nas covers com ukelele que povoam o YouTube. Como essa:
Como ensinar literatura em vídeo sem repetir a ‘historinha’? simples: pegando o que importa mais que tudo pra literatura: temas e formas.
Os criadores Rafael Gomes e Esmir Filho, de Tudo que é sólido pode derreter, apostam no formato meio Confissões de adolescente, meio Anos incríveis e acertam em cheio. Os roteiros variam de autor conforme os episódios, mas há uma unidade visual muito boa.
O seriado juvenil passa na TV Cultura. Já quem, tipo eu, é do Par(equião)aná, vai ter que ver só no site do programa, pois aqui não passa.
Meu favorito, o 3 (sobre os Lusíadas) não tá no Tu Tubas. Por isso, vejam um trecho do episódio 6, a partir de Macário, de Alvarez de Azevedo (o primeiro emo brasileiro)
Passei minha vida toda pensando que era um cara com problemas de humor no cinema(é, bom e mau humor mesmo, não os líquidos corpóreos). Achei que era uma coisa como meus cabelos enrolados e minha língua rachada, cravada no DNA.
Não me importava com as comédias do Jim Carrey, não entedia o Peter Sellers, beliscava um sorriso com o Steve Martin, achava o Jack Black um saco e cagava pro Adam Sandler.
Fui levando a vida como um café amargo, ao natural e sem creme.
Daí um dia me peguei rindo no Woody Allen. Eu entendia a graça daquele cara; ele entendia o meu humor defeituoso. Depois, descobri graça nos tais irmãos Coen. Me senti à vontade rindo com Mel Brooks; talvez não fosse eu o problema, mas sim os outros filmes. E me descontrolei de rir – enfim, a epifania cômica – com o Monthy Python.
Ontem, num breve espaço entre a porta e o chuveiro, abri a janela da TV e ela se impos na sala – quer dizer, malomeno – tava passando um sai de baixo genérico. Como se chama mesmo?
Toma lá,dá cá.
Além de não rir, aquilo me irritou. Apertei com força o botão do controle remoto como se aquilo apertasse a garganta do Miguel Falabela. Rememorei toda essa Commedia e cheguei à seguinte lista avaliativa:
2) Você cai de rir diante do Toma lá, dá cá e acha o máximo o sotaque de Pato Branco da moça (que não corresponde a realidade, mas isso não necessariamente um problema) e nunca perde o programa
1) você ri com o ele, e até tenta assistir.
0) você ri às vezes, e deixa a TV ligada depois da novela e vai na inércia pro meio do programa
-1) você não acha graça e troca o canal depois de algum tempo
-2) você não só não acha graça, como se irrita com aquela porra. A troca de canal é imediata
-3) você se irrita e não entende como alguém acha graça naquilo. Desliga a Tv e vai pro banho pensando em hierarquia cômicas, entendo que você está a 3 passos de distância da diversão daquilo.
Quem me conhece sabe que eu sempre curti teorias da conspiração, embora eu não propague por aí pra não ser caçado pelos que-tudo-controlam. Embora às vezes eu fale pra eles não acharem que estou escondendo o jogo, de conluio contra o status quo instituído. Bem, um vídeo muito bem feitinho que SAE propõe a explicar, conspiratoriamente, a epidemia de notícias da gripe suína.
"Nas minhas férias eu me diverti bastante. eu fiquei em casa e joguei videogame e li muito gibi mas li livro também.
também fui no cinema e daí vi filmes. viajei pra casa do meu pai e da minha mãe, mas foi menos legal lá.
também escrevi um pouquinho.
""e eu acho que a pena de morte deve ser bem pensada pelos nossos governantes e presidentes, pois representa um caminho sem volta, uma porta que não pode mais ser fechada. seria ela a melhor saída para crise de segurança onde estamos mergulhados?""
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