
é uma história nada a ver, mas ótimo.
que trash aquele pai puta decadente!
muito bom, inusitado!
Almodóvar pira!
Eu voltava pra casa umas 19:30 na rua Antonio dos Reis, como sempre. Assustei com um cachorro que se jogou no portão bem do meu lado, latindo forte, alto, raivoso! Ele estava numa casa que sempre me pareceu abandonada. Surgiu do nada e latia, latia. Dei aquele pulo de susto característico e tentei identificar a raça da fera. Naquela escuridão eu só enxergava um cachorro preto com cara esquisita. Parecia que tinha um laço amarrando a bochecha esquerda, ele não tinha orelhas, uma aberração. Olhei bem e percebi que só tinha 3 patas, ou melhor, uma ficava pendurada parecendo uma tripa. Fiquei por um tempo ali, encurvada pra frente, franzindo as sobrancelhas e tentando assimilar cena tão estranha do outro lado da grade. De repente percebi que o coitado estava com uma camiseta preta amarrada na cara, magro, esquálido, devia estar com sede, fome, tudo. A camiseta estava amarrada mesmo, sem dó. Toquei a campainha e nada. Chamei um vizinho, e ele garantiu que uma senhora morava ali há anos. Chamei a polícia. Emergência. Expliquei tudinho o que via e eles ouviram os latidos desesperados do cahorro digitalizados pelo celular. Esperei um pouco mas decidi continuar o caminho. Quem iria se importar com um cachorro vira-lata de vila numa hora destas? A cidade cheia de furto, de roubo, de bandido, o canino que se dane! Duas esquinas depois cruzei com duas motos, uma viatura e o tático da polícia indo em direção à casa do cachorro amordaçado. Achei melhor continuar meu caminho, sem olhar pra trás.
Quando mudei de casa, fiquei sem televisão de outubro a março.
Ganhei uma e não instalei ainda porque a antena está na sala e eu quero ela no quarto, onde tem um suporte daqueles giratórios na parede.
A alegria que me proporciona não ouvir Raul Gil, nem Gugu e nem Faustão aos domingos tem sido mais forte que a vontade de chamar um eletricista.
Não tenho grana pra tv a cabo e não quero ver novela, propaganda e jornal nacional.
Só ligo quando tiver um vídeo!
há surtos psicóticos
de palavras psicanalizadas
compiladas
de coadores, destiladores,
fígados e rins fins de noite
eu me perdi
eu não tenho a tua serenidade
as tuas ponderações
os teus pensamentos calmos e constantes
conflitantes
dos instantes
espremidos entre pernas
espermas
termas
espessas
textos
esparsos
espaços
cheios de vazio
)
sensações
dispersas
perplexas
disléxicas
galáxias
lácteas
vias insanas
vozes, gritos
encontros
e entranhas
estranhas
teias de aranhas
emaranhados de nozes
couraças
carapaças
capacetes
corpetes amarrados
apertados
afinados
em cinturas
finuras de pilão
vãos
mãos por entre os meios
permeios
permanentes devaneios
por entre os meios
e os freios
arreios
selas e esporas
os poros abertos sangram álcool
e plaquetas
glóbulos vermelhos, brancos
e de todas as cores
que as luzes proporcionam
aos olhos fechados
por ora divinas...
DÚVIDAS DIVINAS
- Pai, “D(d)eus” se escreve com maiúscula ou minúscula?
- Com maiúscula, lógico!
- Por quê?
- Ora, se até o nome da gente, que não passa de criatura, a gente escreve com maiúscula, imagina que desrespeito não seria escrever o nome de Deus com letra minúscula!
- Ué, D(d)eus tem nome?
Leia Mais →
está linda... gosto muito daqui. Eu, Mari e Caren paramos no meio da estrada para ver o eclipse, que força!!! Imagem macrocósmica pirante... Depois, de meia em meia hora dava uma espiada no céu, até voltar a ser holofote de lua!
Cheguei de mochila no Bar Brasil, encontrei Fischer, Ivo Akio e Aurélio. Chegaram Aninha Frazão e
Gui. Passamos no Mangá, lá
Fábio,
Lori,
Grota e Flávia, encontramos
Gabi no bar da esquina. Fomos pra Casa do Gui, depois Valentino, um lanche no ônibus e uma vassoura de bruxa que eu queria!
Ah, vi o
Claudinho na FOLHA!!! “quinta sem lei, sexta sexy, embalos de sábado à noite...”
londrina é igual