Nessas horas eu me pergunto: por que eu não fui comer sushi?
Sempre tive problemas com a TV a cabo da minha casa em Curitiba. Todos os dias, alguém tinha que ligar para a central de atendimento para resolver alguma coisa. Me mudei e não aprendi. Tenho a mesma empresa de TV a cabo.
Resultado: pelo menos uma vez por mês, eu preciso ligar para resolver alguma coisa. Saga que começou no primeiro dia que eles instalaram o aparelho aqui.
Programa de hoje: esperar o técnico da TV a cabo aparecer, ou então, tentar ver alguma coisa numa imagem que não dá para ser distiguida e ouvir o que passa no outro canal.
Eu só queria saber como eu faço para ficar rica.
Logo.
Alguém?
Finalmente me mudei.
Pensei em viver sem internet no apartamento.
Bastou passar dois dias em casa, de cama com pneumonia, para eu mudar de idéia.
Agora estou de volta à vida social virtual.
Reciclagem
Sabia que o lugar certo para se jogar um chicletes fora é no chão? De acordo com a minha mãe, que falou com um cara, especialista em lixo, o melhor é jogar o chicletes na rua, assim ele gruda no pneu do carro e se recicla.
Ainda assim achei estranho jogar um chicletes mascado no chão.
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Horóscopo
Preciso me mudar até o dia 10 de agosto. Ainda não tenho para onde ir. Ontem, passei o dia inteiro olhando apartamentos. Até agora temos:
+ Um pequeno, bem pequeno, bonitinho e barato
+ Um com janelão no quarto, bem legal, sem garagem e o segundo mais barato
+ Um bem legal, grande e caro (ah, esse também tem janela grande)
Depois de passar o dia olhando apartamentos, e discutir com a minha mãe sobre o tamanho do box do apartamento muito pequeno, eu abro a revista e leio meu horóscopo:
"Se você deseja fazer algum tipo de negociação imobiliária, o momento é bastante favorável, mas não gaste mais do que pode."
Comecei a escrever sobre três coisas diferentes aqui.
Não consegui escrever mais de uma frase para cada uma.
Vou deixar para depois.
Como tudo tem ficado.
Por que as pessoas são tão egocêntircas a ponto de sempre acharem que fazemos coisas por causa delas?
Mas esquecem que nós também somos tão egocêntricos a ponto de não pensar em ninguém quando tomamos certas atitudes.
Meu pai andou de carro comigo e falou que eu estou dirigindo igual a taxista paulista.
Estou com marca do relógio no meu pulso desde a primeira semana de trabalho.
Tenho calos na mão de tanto dirigir.
Como se não bastasse tudo isso, agora eu tenho também a marca do cinto de segurança no pescoço.
Todo dia, eu chego no trabalho e estaciono o carro no mesmo lugar: perto do estacionamento do outro carro. Aí vou, libero o outro carro, passo no meu carro, pego os mapas e vou trabalhar. Quando volto, deixo os mapas, casaco, garrafinha de água dentro do meu carro e vou almoçar.
Hoje, eu resolvi fazer as coisas de um jeito diferente. Cheguei no trabalho, e estacionei em um outro lugar. Mais perto da redação, mas mais longe do estacionamento. Resultado: tive que carregar os mapas+casaco+garrafa+bolsa de 3 kg para a redação, para o departamento de transportes e para o estacionamento. Voltei e tive que carregar tudo de volta para o almoço, que é um bandeijão. Ou seja, tive que fazer praticamente um malabarismo entre me servir, equilibrar a bandeija e manter a bolsa pendurada no ombro. Além de tudo isso, na hora de pegar o carro, fui para o lugar de sempre. Com direito a alguns segundos de susto por não achar ele.
Acho que amanhã vou estacionar no lugar de sempre.
Hoje eu joguei fora o pote em que ficava a manteiga porque ele estava cheio de mofo.
Não foi preguiça de lavar.
Foi medo dos fungos.