Oi figura! você não está logado | Logue-se com sua conta do Google

Arquivo: 2007

A origem do Ho Ho Ho...

Flagrante de delito filmado num beco atrás de um bar no Polo Norte, depois de uma noite de trabalho o Bom Velinho vai para seu tradicional happy hour com um Leprechau, o Sasquatch e o Coelho da Páscoa. Contra imagens não há argumentos.




Agora todos podem saber o por que (ou porque? ou porquê? ou por quê?) desse tão famoso "ho ho ho"...

Leia Mais

Viiixi...

... me dá um pouco do que essa mulher tomou que eu passo o final de semana inteiro de boa.
Diz a lenda que foi filmado nas ruas de Curitiba mas poderia ser em Marte que não faria a menor diferença.

Fábia, a sábia!
(Nem se o Cap. Nascimento colocar ela no saco a lesada diz algo coerente)



Áudio >> Eu bolo - De leve.

C:\Documents and Settings\All Users\Menu Iniciar\Programas\Jogos\Winmine.exe

Mine Field é um filme de guerra. Uma guerra travada por um home só contra todas as possibilidadesde fracasso. É um filme sobre incertezas, sobre sobrevivência, instinto. Tem seus momentos dramáticos, como os soldados se perguntando o motivo de seu superior ser tão linha dura, obtendo como resposta: "his dad died in the mine field". Momentos de desesperança(?!) e o questionamento sobre o futuro mas a resposta é somente uma: "God help us all"... Introspecção: "Why are you really here, soldier? (...) Don´t you ever forget that"
É um típico filme de guerra e para não contar o filme inteiro, segue:


Only in widescreen



Ah, Madalena novo às 18 horas hoje. Falei que não ia comparecer a inauguração do novo espaço de recreação etílica mas o fígado estava reclamando já...


Áudio >> From hell do céu - Gustavo Black Alien.

Esse é o tipo de desenho que eu gostaria de ter visto quando tinha 4 anos.

Esse é um dos (poucos, senão raros) motivos pelos quais os youtube deveria ter sido inventado nos anos 80.
Tenho certeza que a vida de muitas crianças teriam sido mais feliz.

O cara tem coisas ótimas, todas de muito bom gosto: contos de natal, histórias de amor impossível e até histórias de pescador.
Mas este tem uma idéia original - não que os posteriores não tivessem - e ainda tem rimas, o que deixa mais lúdica ainda a brincadeira.

Bom, se tiver bom gosto, divirta-se!




Áudio >> Insane in the brain - Cypress Hill

300 (e vinte mijones)

Nem vou falar nada sobre isso...






... só que, eu achei LEGAL PRA CARALHO!!!


Majores informaciónes aqui, cabrón!

Áudio >> Jump Around - House of Pain.

Pra passar o tempo (que não passa de jeito nenhum!)

Tem um monte de paradinhas de tipografia no youtube, esse é um dos que acho mais legais e de um dos melhores filmes...



Esse já tenho há um tempão nos favoritos e sempre revejo, lembranças da época que as únicas preocupações eram ir pra escola e andar de skate o resto do tempo.




Áudio >> No Entiendes La Onda - Cypress Hill.

Noites de quarta...

... sem ter muito o que fazer dá nisso: Teste a sua nerdice neste teste que apresenta (ou pelo menos dá uma idéia d)o quanto você é viciado em blogs.

O meu resultado tá aqui:

81%How Addicted to Blogging Are You?

Los Angeles Singles from Mingle2



Se não quiser perder tempo com esse tipo de coisa idiota nem precisa fazer o teste, você não tem nem que estar aqui lendo esse post! Afinal você não gosta de blogs...

Nota pessoal: Muito tempo livre não é necessariamente bom.



Áudio >> Running - the Pharcyde.

Rascunho de tratado (andro)antropológico sobre butecos.

Dias desses recebi um mail de uma amiga com o título “eis o porque não pegamos homem em buteco”, já achei estranho chegar a minha caixa de entrada esse tipo de mensagem. Quando abri a lista de destinatários somente a garotas estava endereçada a surpreendente mensagem, todas conhecidas, e da maioria conhecia a reclamação pois estão sempre no buteco comigo (ou eu com elas, tanto faz a ordem quando se está entre amigos) tomando umas cervejas, degustando de diversos ou sempre os mesmos petiscos gordurosos e colesterólicos, falando das besteiras instantâneas que só surtem efeito sob efeito de álcool, reclamando da vida e se preocupando com um futuro que parece cada vez mais curto, com o aproximar da idade e de suas consequências.

Minha resposta para este e-mail foi: “Eu nem li e só tenho uma pergunta: O que é que eu tenho a ver com isso?”. Depois de vários vai-e-vem (!) de mensagens com essas garotas recebi uma resposta plausível para ter meu endereço nesse mailling de salto alto: “Eu só queria uma opinião masculina sobre o assunto”. A simplicidade desta resposta me fez ficar um tanto contrariado de ter sido tão seco na minha réplica mas como o que está escrito é documento resolvi emitir a solicitada opinião masculina sobre o assunto.

A relação de homem com cerveja é um relacionamento aberto do dia-a-dia, não tem cobranças de lado nenhum, não tem essa de ter que reparar se a cerveja mudou o rótulo, se a garrafa deu uma tarimbada na silhueta. Mas ela está lá livre, desimpedida, gelada e saborosa (sem essa frescura de degustar bebida nenhuma mas cerveja é saborosa, senão ninguém beberia). Tudo o que um homem precisa da cerveja ela pode fazer, quando o cara está cansado e vai para o seu happy hour, ele divide sua cerveja com os amigos sem o menor ciúme, troca de marca para acompanhar a maioria ou prova a sua fidelidade sendo o exclusivo da sua preferida. Mas happy hour que se preze é em buteco!

Lá são proferidos impropérios contra a atuação do presidente e do governador, piadas de tragédias nacionais e sacanagens direcionadas a presentes ou ausentes. Sempre regado a, pelo menos, uma garrafa cheia na mesa por vez (ou agilidade do grande cafetão etílico que é o garçom), quando não duas ou mais devido à quantidade de pessoas interessadas em se concentrar na degustação da baixa culinária, viradas de copos, alongamentos para pegar o isqueiro no bolso (porque Zippo não se deixa sobre a mesa), oratória de baixo calão, ou seja, o bom e velho umbigocentrismo masculino de buteco que reclamava o texto, escrito, lógico, por uma mulher que me foi enviado e causou estranheza. Sim, o homem vai para o buteco, falar besteira com seus amigos, marcar um campeonato de futebol (real ou no vídeo game), campeonato de sinuca, falar da gostosa do mês que sair pelada na capa da revista e esquece dela quando outro começar a falar do filme de herói que estréia na semana que vem.

Ninguém vai para o buteco para lembrar que tem que comprar remédio da mãe, que tem que procurar um emprego decente, que está sem namorada, que tem contas pra pagar. Nenhum homem faz isso, salvo quando vai sozinho pra sair engatinhando de lá, puto da cara com algo de muito foda que aconteceu.

Nenhum cara entra no buteco pensando que vai encontrar a mãe dos seus futuros filhos lá, que vai achar o carro do modelo que ele quer da cor prata ou chumbo ou que vai tropeçar na entrada e cair de cara num bilhete de loteria que mude sua vida.

É tudo uma questão de intencionalismo intrínseco, ninguém vai na igreja pra apostar em cavalos porque não tem guichê de apostas, não tem pista de corrida, ninguém vendendo amendoim salgado e cerveja, nem nada. Tem bancos longos virados para frente, só! O que se vai fazer lá senão rezar?

Da mesma forma ninguém vai no buteco procurar sua alma gêmea, porque lá só tem caixas de cerveja empilhadas, mesas, cadeiras e um espaço mínimo entre elas para passarem as pessoas que vão ao banheiro, não tem área de approach, não tem um canto sussa com balcão onde se possa colocar os copos quando precisar utilizar as mãos. O buteco, essa instituição sagrada que provém boa parte das necessidades masculinas, é um lugar onde se vai para encher a cara, ver um jogo de futebol, comer uma gordura com gosto de comida de verdade, no máximo o cara da uma olhada pra gostosa que está indo ao banheiro e passou no seu ângulo de visão.

E qualquer lugar que não tenha mesas apertadas, com suas cadeiras a ponto de contrariar a lei da física que fala sobre dois corpos e um só lugar, caixas de cerveja a mostra, espaços intracelulares mínimos que dão acesso ao banheiro não pode ser chamado de buteco. Aí sim, reside uma questão de respeito!


Áudio >> Fear Not of Men - Mos Def.

Fetiche nerd!

Para a alegria de adolescentes crescidos como eu existem mulheres crescidas que topam se desfazer de suas roupas normais e vestir algo que seja mais, digamos assim, direcionado ao imaginário masculino nerd crescido.

Seja por grana em se perfazer ou pelo simples prazer de se sentir alguém que poderia ser o resultado final é o que importa, sem dizer que enche os olhos e se tornam visões edificantes.

As primeiras fotos a garota está fazendo pela grana, glamour, hype ou whatever. Qual a importância disso? Nenhuma!
O que importa é que o ficou legal bagaray e só posso dizer uma coisa: Só falta voar!.



Não sacou quem é?
Olha bem pras cores da roupa.
Ainda tá difícil?
Mais uma.



Sem mais delongas, a loiraça vai aparecer em Smallville, ou seja, ela é a SuperGirl (mais da hora que eu já vi na vida)!!!!!

Pena que só vai aparecer na sétima temporada, que não vai passar tão cedo na hora do almoço dominical no canal do Silvão (ô falta que faz uma tv a cabo, cacete!)

Essa segunda me fez mudar meu fetiche original por ruivas, se uma mulher de cabelos de fogo, com todas as características normais que dão tilt no meu sistema, aparecer na minha frente, no meio da rua, debaixo do sobretudo eu quero que ela esteja vestida assim. Se for essa participante de feira de quadrinhos, então; melhor ainda!



Essa eu tenho certeza que curte com a lata dos caras bonzinhos e leva os picaretas pra casa!


Áudio >> Superman - Eminem.

Get Smart!!!

Esse é pra ver no cinema com um baldão de pipoca!

Como não tem muitos filmes de comédia legalzões pra caralho hoje em dia atualizar idéias antigas de sucesso são a melhor alternativa.

Nesse link você encontra o teaser trailer de Get Smart, do bom, velho e divertidão Maxwell Smart, o Agente 86 e a não menos legalzona, porém por outro sentido, Agente 99.

Só uma coisa, caso você não tenha sido adolescente durante os anos 80 vai ser difícil ligar o nome às palhaçadas da pessoa.

Detalhe que o Steve Carrel nem precisa falar algo para ser engraçado nesse teaser.

UpDate: O começo do teaser, pela narração e imagem, faz referência a outro ícone do cinema.

Áudio >> Modern Marvel - Mos Def.

Busca

Primeira vez aqui?

O tipos.com.br é uma comunidade exclusiva para seres humanos belos, inteligentes e ricos. Muito ricos. Bom, nem todos são tão ricos. E nem todos são seres humanos. Na verdade tem de tudo, ou tem mas acabou. Cadastre-se.