Há um comentário interessante na
coluna de Cristiana Lôbo, no G1, feito por um leitor que se identifica como Tadeu Versulotti (dei um tapinha na ortografia capenga original):
"Somos o único lugar no mundo onde um Presidente eleito por mais de 62% dos votos para governar precisa se sujeitar às vontades e mazelas do Congresso e de partidos fisiologistas como o famigerado PMDB, em nome da governabilidade. Esse termo somente existe no Português falado no Brasil. Chega de PMDB com suas imposições".
Depois, o comentário segue pirando nuns ataques gratuitos a uma suposta imprensa golpista (golpista contra o Sarney?!) e ao José Serra, mas o que interessa é essa análise precisa sobre a palhaçada que é o Lula, o presidente que mais teve votos na história brasileira, comer na mão dessa desgraça que é o PMDB. O Fernando Henrique, aliás, também se sujeitou a essa escória quando estava no Governo. Ou seja, pela forma como se comportaram os dois presidentes mais recentes, é de se supor que, seja quem for, Dilma, Serra, Ciro ou até mesmo o Papa Bento XVI, o próximo presidente também é um sério candidato a virar fantoche dessa corja do PMDB. Então, conclui-se que este país só vai realmente mudar para melhor quando o PMDB for extinto e todos os seus integrantes, proibidos de atuar na política. Uma medida drástica e ditatorial, mas altamente necessária. É a única solução para que realmente se mude alguma coisa no Brasil. Portanto, a campanha não deveria ser apenas um "
Fora, Sarney", mas, sim, um "Fora, PMDB"!